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Resultados do primeiro levantamento de índice de infestação revelam risco elevado para dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti

Publicado em 08/02/2024 às 11:20

Por ASCOM

Resultados do primeiro levantamento de índice de infestação revelam risco elevado para dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti
Resultados do primeiro levantamento de índice de infestação revelam risco elevado para dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti

No primeiro levantamento do ano para medir o índice de infestação do Aedes aegypti, mosquito transmissor de doenças como dengue, chikungunya e zika, o município de Feliz encontrou uma situação preocupante. Nos 236 imóveis amostrados, em 24 havia presença de larvas e desses, em 13 locais eram larvas de Aedes aegypti, índice de alerta, colocando o município em estado de atenção pelo alto risco de ocorrência de epidemia e transmissão destas doenças.

 

Os agentes de endemias e saúde estão em ação, realizando visitas regulares aos lares do município. É vital que os moradores aceitem as visitas, permitindo a verificação de possíveis focos do mosquito e recebendo informações importantes sobre cuidados preventivos.

 

Locais propícios para a reprodução do Aedes aegypti são qualquer recipiente que possa acumular água limpa. A população é alertada para limpar semanalmente esses recipientes, descartar itens desnecessários que possam se tornar criadouros, e adotar medidas como limpar calhas, vedar caixas d’água, tratar piscinas, eliminar potenciais criadouros em recipientes utilizados para animais e inverter garrafas.

 

É importante que a população esteja orientada a ficar atenta aos sintomas, tais como febre alta, dor nas articulações, cansaço, náusea, vômito e manchas na pele. Caso esses sintomas se manifestem, é essencial procurar atendimento médico para avaliação e realização de exames.

 

É importante ressaltar também que o diagnóstico da dengue só é possível através de exame de sangue, não sendo confirmado apenas pelos sintomas. A vigilância em saúde deve ser notificada sempre que houver suspeita da doença, permitindo a tomada rápida de providências.

 

Para esclarecer a situação, a Coordenadora da Vigilância em Saúde Bárbara Antonina Dávila, destacou: "Estamos em um momento crítico e é fundamental a colaboração de todos. A presença significativa do Aedes aegypti no município nos preocupa e pedimos que a população se engaje nas ações de prevenção. Receber as visitas dos agentes de endemias é essencial para identificar e eliminar possíveis focos. A prevenção é a melhor forma de combatermos a proliferação desses mosquitos e as doenças por eles transmitidas."

 

Embora até o momento não tenham sido confirmados casos de dengue este ano, as autoridades alertam que isso não significa ausência de riscos.

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